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Avaliações para os alunos que apresentaram atestado médico :
17/06 ( todas as turmas )

Trabalhos especiais - avaliação : 17/06
2º A
Amanda Maia : O seminarista - Bernardo Guimarães
David : O guarani - José de Alencar
Talita : A moreninha - Joaquim Manuel de Macedo
3º A
Alan : Vidas Secas - Graciliano Ramos

Avaliações
9o A
avaliação : 21/05
recuperação : 28/05
literatura : 10/06
recuperação : 02/07

2o A
avaliação gramatical : 21/05
recuperação : 28/05
avaliação de literatura : 10/06
recuperação ( simulado ) : 02/07

3o A
avaliação de literatura : 27/05
recuperação : 29/05
avaliação gramatical : 18/06
recuperação ( simulado ) : 02/07

domingo, 9 de junho de 2013

Para entender melhor o livro "O pacto maldito ..."

Há algumas referências mitológicas e literárias que , para serem entendidas , precisam das informações abaixo :

Mitologia

O termo mitologia pode referir-se tanto ao estudo de mitos, ou a um conjunto de mitos.1 Por exemplo, mitologia comparada é o estudo das conexões entre os mitos de diferentes culturas,2 ao passo que mitologia grega é o conjunto de mitos originários da Grécia Antiga. O termo "mito" é frequentemente utilizado coloquialmente para se referir a uma história falsa,3 4 mas o uso acadêmico do termo não denota geralmente um julgamento quanto à verdade ou falsidade.4 5 No estudo de folclore, um mito é uma narrativa sagrada que explica como o mundo e a humanidade veio a ser da forma que é atualmente.5 6 7 Muitos estudiosos em outros campos usam o termo "mito" de forma um pouco diferente.7 8 9 Em um sentido muito amplo, a palavra pode se referir a qualquer história tradicional.10

Os mitos são, geralmente, histórias baseadas em tradições e lendas feitas para explicar o universo, a criação do mundo, fenômenos naturais e qualquer outra coisa a que explicações simples não são atribuíveis. Mas nem todos os mitos têm esse propósito explicativo. Em comum, a maioria dos mitos envolvem uma força sobrenatural ou uma divindade, mas alguns são apenas lendas passadas oralmente de geração em geração.

Figuras mitológicas são proeminentes na maioria das religiões e a maior parte das mitologias estão atadas a pelo menos uma religião. Alguns usam a palavra mito e mitologia para desacreditar as histórias de uma ou mais religiões.

O termo é freqüentemente associado às descrições de religiões fundadas por sociedade antigas como mitologia romana, mitologia grega, mitologia egípcia e mitologia nórdica, que foram quase extintas. No entanto, é importante ter em mente que enquanto alguns vêem os panteões nórdicos e célticos como meras fábulas outros os têm como religião (ver Neopaganismo).

Perséfone, deusa da terra e da agricultura na mitologia grega, foi a única filha de Zeus e de Demeter. Na mitologia grega depois também ficou conhecida como a rainha do mundo infernal, ela ficava vigiando as almas e sabia os segredos das trevas.
A deusa da agricultura sempre se preocupava apenas em colher flores, mas foi crescendo e com isso sua beleza foi encantando a todos, e encantou o deus Hades, o senhor dos mortos, que pediu a deusa em casamento. Porém, Demeter não queria que eles se casassem, mas Hades mesmo assim não desistiu da deusa e continuou a persegui-la. Até que um dia Perséfone estava colhendo narcisos, e de repente Hades apareceu da terra em sua carruagem e levou a deusa para o mundo dos mortos.
Demeter não se conformou a com a situação de sua filha e obrigou que Zeus atendesse seu pedido, foi então que ele pediu a Hades que devolvesse sua filha. Hades não devolveu Perséfone e ainda conseguiu um plano para que ela continuasse com ele. Ele deu à Perséfone uma Romã, que era o fruto do casamento. Como a deusa tinha comido os grãos, não podia deixar mais seu marido, foi então que Perséfone passava um período com sua mãe e outro com seu marido, e se torna a sombria Proserpina. Deste momento em diante, a cada vez que ela estava com seu marido virava inverno na terra, e quando estava no Olimpo com sua mãe se tornava novamente uma adolescente e chegava a primavera, o verde da natureza fazia brotar muitas flores e frutos. E mesmo sendo uma relação muito complicada, vive com muito amor com seu marido Hades.
Perséfone, por sua beleza sempre atraiu muitos olhares. É inimiga de Afrodite por ser esta ser muito bela. Até Zeus, seu pai, se sentiu atraído por sua filha e conta-se que tiveram um filho juntos em forma de serpente, que seria o Sabázio. Também teve um amor com Hércules e com ele teve um filho, o Zagreus.
Afrodite e Perséfone além de ficarem rivais pela beleza, também lutaram pela posse de Adônis, um belo rapaz que era amado por ambas. Afrodite para preservar Adônis o prendeu em um baú e mandou a Perséfone para que ela cuidasse, mas ao chegar às mãos dela, ela abriu o baú e se encantou com sua beleza e se recusou a devolver para Afrodite. Foi então que Zeus decidiu que Adônis ficaria um terço do tempo com Afrodite e outro terço com Perséfone, e os outros dias faria o que ele quisesse.
Eros
Deus grego do amor, também conhecido como Cupido, Amor em latim, que apesar de sua excepcional beleza ser altamente valorizada pelos gregos, seu culto tinha modesta importância. Era filho de Afrodite e seu companheiro constante e com seu arco ele disparava flechas de amor nos corações dos deuses e dos humanos. Sua mãe havia sentido ciúme de Psiquê, cuja beleza causava tumulto por onde ela passasse. A deusa ordenou que ele fizesse com que Psiquê se apaixonasse por alguma pessoa de nível muito baixo. Ele a encontrou enquanto ela dormia e, como acabou acordando-a ao tocá-la com uma de suas flechas, ficou tão maravilhado por sua beleza que, acidentalmente, aranhou a si mesmo com a flecha e se apaixonou por ela. Levou-a dali para bem longe, para um maravilhoso palácio e ia visitá-la todas as noites. Sem nenhuma ajuda visível, todos os desejos de Psiquê eram cumpridos. Durante muito tempo, ela não havia olhado para o seu amado, pois este lhe tinha proibido de olhá-lo, uma vez que ele queria que o amasse, como humano, e não como um deus. Mas a curiosidade finalmente se apoderou dela e uma noite, enquanto ele dormia, ela ascendeu uma lâmpada e segurou-a por cima dele para vê-lo. Mas uma gota de óleo quente caiu em seu peito que, sem pronunciar uma palavra, abriu suas belas asas e voou pela janela afora. O palácio e tudo o que ele continha desapareceu. Psiquê vagou dias e noites procurando-o, enquanto ele estava preso no quarto da mãe por causa de sua ferida. Afrodite, irritada com Psiquê por ter conquistado seu filho, deu-lhe uma imensa punição. Recuperado ele dirigiu-se a Zeus e pediu o perdão para sua amada e que a casasse com ele, tornando-a imortal. Então Hermes foi enviado para apanhar Psiquê e levá-la ao Olimpo. Quando ela lá chegou, Zeus deu-lhe um copo de néctar de ambrósia divina para beber, tornando-a assim imortal e unindo-os para sempre
 Tânato[s]
 
  O deus da morte da mitologia grega nascido antes da criação da humanidade por Prometeu, que servia à Hades trazendo-lhe súditos, e em geral é mostrado como um espírito alado e é irmão gêmeo de Hipnos, o deus do sono. Como seus irmãos sofredores e libertários, era filho de Érebo e de Nyx, deusa da Noite, filha da união entre o Caos e a Escuridão. Era representado como um jovem alado portando uma tocha apagada. Embora bastante utilizado na arte e poesia, sua adoração era apenas significativa em Esparta, onde era alvo do culto popular. Foi descrito por Eurípides (484-406 a. C.) como uma figura sinistra coberta de negro, passeando entre os homens e com uma faca na mão. Porém outros autores gregos o descreveram com uma aparência menos hostil e com asas. Para os gregos era um deus, mas para os romanos era uma deusa e chamada de Mors. Existe uma lenda que narra como o jovem Sísifo, o rebelde, astucioso e esperto fundador e primeiro rei de Corinto, o derrotou e o aprisionou quando este veio buscá-lo, dando, portanto, imortalidade às pessoas. Por algum tempo os homens não morriam, até que Ares o libertou. Sísifo foi condenado a descer aos infernos e teve sua punição final nos moldes da concepção grega do inferno como lugar onde se realizam trabalhos infrutíferos. Castigado após a morte, por tentar dar poderes divinos aos humanos, à rolar continuamente uma pedra pela montanha acima, em uma tarefa eterna, pois uma vez colocada no alto, a pedra rola novamente para o pé da montanha. Além dele, existiam a serviço do deus dos inferiores Hades, as serviçais Erínias, as Fúrias para os romanos, conhecidas como as deusas vingadoras que buscavam os criminosos, e as Keres, deusas da morte violenta para buscar os mortais comuns.
mares nunca dantes navegados
Esta oração encontra-se em "Os Lusíadas" de Camões - uma epopéia que, portanto, se divide em PROPOSICÃO, INVOCAÇÃO, DEDICATÓRIA e NARRAÇÃO. A oração supracitada encontra-se logo no início da proposição:
"As armas e os barões assinalados
Que, da ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca dantes navegados
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo Reino , que tanto sublimaram; ..."
 
Auto da Lusitânia, de Gil Vicente
O Auto da Lusitânia, uma das últimas peças de Gil vicente, foi escrito em 1531 e representado pela primeira vez em 1532, perante a corte de D. João III quando nasceu seu filho, D. Manuel.

A peça trata das bodas de Lusitânia e Portugal (personagens mitológicos), mas Gil Vicente, como muitas vezes faz, mistura no enredo e nos diálogos muitos temas, personagens, e cenas que constituem como "diversões" à margem do tema maior.

Lusitânia é filha de Lisibea (Lisboa) e do Sol, e por ela se apaixonou um caçador grego de nome Portugal. Quando os amores parecem desencaminhar-se, acorrem às deusas (diesas) gregas, com cuja proteção se decide então o casamento. Este o tema, que se desenrola da seguinte maneira: comça o auto com vários diálogos e recitativos de pessoas comuns acerca dos assuntos de amor e outros, alguns picarescos como convém a uma farsa, até que entra em cena o Licenciado, que faz o papel de narrador e representa Gil Vicente; ele introduz o tema das bodas dizendo que o Sol viu Lisibea nua sem nenhuma cobertura (...) e houve dela uma filha tão ornada se sua luz, que lhe puseram nome Lusitânia, que foi diesa e senhora desta Província. Passados tempos, um famoso cavaleiro grego de nome Portugal ouviu falar da boa caça na serra de Sintra (serra da Solércia), e como este Portugal, todo fundado em amores, visse a formosura sobrenatural de Lusitânia, filha do Sol, improviso se achou perdido por ela.

O texto tem ressonâncias no presente de Gil Vicente, que busca formar um panorama de sua terra, apreendendo a totalidade de suas raízes culturais.

O Auto da Lusitânia classifica-se como uma fantasia alegórica. A peça é dividida em duas partes distintas:

- na primeira parte, assiste-se às atribuições de uma família judaica;

- na segunda parte, assiste-se ao casamento de Portugal, cavaleiro grego, com a princesa Lusitânia. Dois demônios, Belzebu e Dinato, que aparecem no texto vêm presenciar o casamento e escutam o diálogo entre Todo o Mundo e Ninguém.

O autor deu o nome de Todo o Mundo e Ninguém às suas personagens principais desta cena. Pretendeu com isso fazer humor, caracterizando o rico mercador, cheio de ganância, vaidade, petulância, como se ele representasse a maioria das pessoas na terra (todo o mundo). E atribuindo ao pobre, virtuoso, modesto, o nome de Ninguém, para demonstrar que praticamente ninguém é assim no mundo.

"Todo o Mundo" era um rico mercador, e "Ninguém", um homem pobre. Belzebu e Dinato tecem comentários espirituosos, fazem trocadilhos, procurando evidenciar temas ligados à verdade, à cobiça, à vaidade, à virtude e à honra dos homens.

Vejamos:

Entra Todo o Mundo, rico mercador, e faz que anda buscando alguma cousa que perdeu; e logo após, um homem, vestido como pobre. Este se chama Ninguém e diz:

Ninguém: Que andas tu aí buscando?

Todo o Mundo: Mil cousas ando a buscar:
                         delas não posso achar,
                         porém ando porfiando

                         por quão bom é porfiar.

Ninguém: Como hás nome, cavaleiro?

Todo o Mundo: Eu hei nome Todo o Mundo
                         e meu tempo todo inteiro
                         sempre é buscar dinheiro
                         e sempre nisto me fundo.


Ninguém: Eu hei nome Ninguém,
               e busco a consciência.


Belzebu: Esta é boa experiência:
             Dinato, escreve isto bem.


Dinato: Que escreverei, companheiro?

Belzebu: Que Ninguém busca consciência.
              e Todo o Mundo dinheiro.


Ninguém: E agora que buscas lá?

Todo o Mundo: Busco honra muito grande.

Ninguém: E eu virtude, que Deus mande
               que tope com ela já.


Belzebu: Outra adição nos acude:
              escreve logo aí, a fundo,
              que busca honra Todo o Mundo
              e Ninguém busca virtude.


Ninguém: Buscas outro mor bem qu'esse?

Todo o Mundo: Busco mais quem me louvasse
                         tudo quanto eu fizesse.


Ninguém: E eu quem me repreendesse
               em cada cousa que errasse.


Belzebu: Escreve mais.

Dinato: Que tens sabido?

Belzebu: Que quer em extremo grado
              Todo o Mundo ser louvado,
              e Ninguém ser repreendido.


Ninguém: Buscas mais, amigo meu?

Todo o Mundo: Busco a vida a quem ma dê.

Ninguém: A vida não sei que é,
               a morte conheço eu.


Belzebu: Escreve lá outra sorte.

Dinato: Que sorte?

Belzebu: Muito garrida:
              Todo o Mundo busca a vida
              e Ninguém conhece a morte.


Todo o Mundo: E mais queria o paraíso,
                         sem mo Ninguém estorvar.


Ninguém: E eu ponho-me a pagar
               quanto devo para isso.


Belzebu: Escreve com muito aviso.

Dinato: Que escreverei?

Belzebu: Escreve
              que Todo o Mundo quer paraíso
              e Ninguém paga o que deve.


Todo o Mundo: Folgo muito d'enganar,
                         e mentir nasceu comigo.


Ninguém: Eu sempre verdade digo
               sem nunca me desviar.


Belzebu: Ora escreve lá, compadre,
              não sejas tu preguiçoso.


Dinato: Quê?

Belzebu: Que Todo o Mundo é mentiroso,
              E Ninguém diz a verdade.


Ninguém: Que mais buscas?

Todo o Mundo: Lisonjear.

Ninguém: Eu sou todo desengano.

Belzebu: Escreve, ande lá, mano.

Dinato: Que me mandas assentar?

Belzebu: Põe aí mui declarado,
              não te fique no tinteiro:
              Todo o Mundo é lisonjeiro,
              e Ninguém desenganado.
 
 

terça-feira, 9 de abril de 2013

Trabalho de Recuperação - 2º A

12/04

3ª aula - Larissa - A moreninha ( Joaquim Manuel de Macedo )
              Ana Letícia - Senhora ( José de Alencar )
              Fernanda Ferri - O tronco do Ipê ( José de Alencar )

5ª aula - Fernanda Sabino - Iracema  ( José de Alencar )
              Raphael - O guarani ( José de Alencar )
              Letícia - A viuvinha ( José de Alencar )

15/04

1ª aula  - Amanda Maia - Lucíola ( José de Alencar )
               Eduardo da Silva - Ubirajara ( José de Alencar )

3ª aula - Leonardo - Cinco minutos ( José de Alencar )
              Mariliza - O gaúcho ( José de Alencar )

16/04

5ª aula - Eric - O sertanejo ( José de Alencar )
              Fábio - Memórias de um sargento de milícias ( Manuel Antônio de Almeida )

17/04

4ª aula - David - O noviço ( Martins Pena )
              Nicole - O judas em sábado de aleluia ( Martins Pena )
              Wellington - Quem casa quer casa ( Martins Pena )





Trabalho de Recuperação - 3º A

Trabalho de Recuperação - 3º A

15/04

2ª aula - Milena e Gabriele - Macunaíma
              Renata e Gabriel - Mário de Andrade
5ª aula - Alan e Gabriela - Oswald de Andrade

16/04

2ª aula - Amanda e Luíza - Manuel Bandeira
              Natália e Felipe Marinho - Álvaro de Campos
4ª aula - Michel e Gustavo - Ricardo Reis

17/04

3ª aula - Yasmin e Jéssica Maria - Alberto Caeiro
5ª aula - Ruan e Felipe Froes - Fernando Pessoa - ortônimo