próximas datas de avaliações

Avaliações para os alunos que apresentaram atestado médico :
17/06 ( todas as turmas )

Trabalhos especiais - avaliação : 17/06
2º A
Amanda Maia : O seminarista - Bernardo Guimarães
David : O guarani - José de Alencar
Talita : A moreninha - Joaquim Manuel de Macedo
3º A
Alan : Vidas Secas - Graciliano Ramos

Avaliações
9o A
avaliação : 21/05
recuperação : 28/05
literatura : 10/06
recuperação : 02/07

2o A
avaliação gramatical : 21/05
recuperação : 28/05
avaliação de literatura : 10/06
recuperação ( simulado ) : 02/07

3o A
avaliação de literatura : 27/05
recuperação : 29/05
avaliação gramatical : 18/06
recuperação ( simulado ) : 02/07

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Revisar nossos textos



Revisar nossos próprios textos

(Hélio Consolaro )

Escrevo há algum tempo, tenho 31 anos de ensino da língua portuguesa, mas não dispenso a revisão de meus textos por uma outra pessoa, mesmo que tenha menos experiência.

Minha editora, aqui na Folha, sabe disso, apesar de eu ser o consultor de língua portuguesa do jornal, não dispenso revisão, leitura atenta de meus textos. Não sou infalível, meu substrato lingüístico (italiano da Água Limpa) me trai e meus olhos são cooptados por meu cérebro.

Recomendo isso a meus alunos, quando devem construir o texto em sala de aula, que o colega do lado faça a revisão. Quando o texto é feito em casa, como tarefa, recomendo-lhes que peça a alguém que revise sua primeira versão (o rascunho): pai, mãe, irmão ou irmã. Ou, então, faça a revisão noutro dia, deixe o texto dormindo na gaveta, tempo suficiente para haver um distanciamento crítico.

Nos exames vestibulares, caso redação e questões sejam feitos num só período, escreva primeiro o rascunho, responda às perguntas e depois passe a limpo seu texto, fazendo antes uma revisão.

Isso traz duas vantagens: o rascunho foi feito com o cérebro descansado e ganhou um pequeno distanciamento crítico.

Recebi um texto da leitora Denise Casatti, araçatubense e jornalista que atua em São Paulo. Ele prova como nossos olhos nos enganam, ou melhor, nosso cérebro. Reproduzo-o aqui:

De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia lrteas etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma ttaol bçguana que vcoê pdoe anida ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa lrtea isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.

PS: Srea que é por isso que é tão dicífil cirrgoir nsooss pórripos txesots?

*Hélio Consolaro é professor de Redação, coordenador deste site, cronista do jornal Folha da Região e presidente da Academia Araçatubense de Letras.


 

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